Entendimento sobre a aula:Capoeira, Gabriel Melo

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Entendimento sobre a aula:Capoeira, Gabriel Melo

Mensagem por Gabriel Melo em Seg Abr 24, 2017 10:27 pm

  Esta aula teve como principal quesito trata sobre a capoeira, mas para que ocorra um raciocino’’ ideológico’’ sobre a capoeira é preciso levar átona um assunto que até hoje nos deixa perplexo ao ser relatado, devido sua marcante barbaridade, que é a escravidão.
  Relacionado ao brasil percebo que é muito importante ser falado o quesito abolição da escravidão, professores ensinam diariamente para as crianças que, em um belo dia de 1888, a compaixão cristã bateu mais forte na Princesa Isabel e então ela assinou a Lei Áurea, que colocou fim à escravidão e então os negros brasileiros puderam viver felizes. Não foi tão romântico assim! Em 1850, por pressão do Imperialismo Inglês, o Brasil promulgou a Lei Euzébio de Queiroz, que proibia o tráfico de negros, ou seja, não se poderia mais trazer africanos escravos para o país. Em 1871 a chamada Lei do Ventre Livre declarava que todos os filhos de escravos nascidos desde então, seria considerados livres. Em 1885 a chamada Lei do Sexagenário declarava livre todos os escravos com mais de 65 anos de idade. Na prática pouca coisa mudou do que vinha acontecendo, mesmo após todas essas leis serem concretizadas.
 Primeiro que, o fim do trabalho escravo já era debatido na sociedade mundial à anos, desde o Iluminismo, passando pela Revolução Industrial e sua necessidade de construir um mercado consumidor para seus produtos e escravo, como não ganha salário, não consome. Assim, a sociedade brasileira sabia que, mais cedo ou mais tarde, teria que substituir este tipo de exploração da mão de obra, por outro mais “moderno”.
 Quando os negros ficaram livres, significa dizer também que ficaram sem trabalho, sem casa, sem comida, sem seguro-desemprego, etc. Por mais que a condição de vida de um escravo seja péssima, pelo menos tinha o que comer e onde se abrigar. Quando da “abolição”, qual alternativa restou para este ex-escravo estigmatizado por uma elite branca?
 No texto a autora faz uma comparação entre a escravidão no Brasil e nos Estados Unidos, mas o que me chama atenção é o tópico de religião africana x cristianismo. Os escravos eram retirados do seu ambiente(nativo) e trazido para um local onde eles não possuíam uma determinada coisa chamada segurança interna, eles estavam frágeis emocionalmente estavam muito mais maleáveis a ‘’ obedecerem’’ do que ‘’ resistirem’’ estavam sem forças e mortos emocionalmente por serem tirados de suas famílias. Ao chegar no Brasil se encontram com uma cultura totalmente diferente das suas, buscam continuar adorando seus deuses (mas sempre de uma forma escondida) a religião católica durante este período foi muito cruel, nada piedosa, buscando sempre catolizar os escravos.
  Se destacaram nas discussões a diferença entre a capoeira angolana e regional. A capoeira de angola, possui um ritmo lento, trabalha com ginga e malicia dos jogadores, Os mestres de diferentes academias quando se encontram, sempre jogam capoeira de angola para mostrarem seus conhecimentos e mostrarem seus respeitos, é muito bonita quando jogada por mestres mais velhos sabia.  A capoeira regional, Os movimentos são mais rápidos e ofensivos, os golpes giratórios são bem comuns. Normalmente a regional é aquela capoeira que todos gostam de assistir, pois os golpes são rápidos, tem acrobacias saltos etc.

referencias:https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090619123026AAzrJDy
http://cassionl.blogspot.com.br/2010/11/verdadeira-historia-da-abolicao.html

Gabriel Melo

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